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Descoberta de planeta habitável é iminente, dizem astrônomos

ufologiaA Agência Estado em sua versão online publicou no dia oito matéria  sobre a iminência de astrônomos estarem à beira de encontrar planetas semelhantes à Terra em órbita de outras estrelas, um passo essencial para determinar se estamos sozinhos no Universo.  Conforme o texto, um alto funcionário da Nasa e outros importantes cientistas dizem que o primeiro planeta semelhante à Terra e capaz de abrigar vida deve ser encontrado, ou talvez até já tenha sido. Um planeta com o tamanho aproximado da Terra pode até mesmo ser anunciado ainda este ano, se certas pistas detectadas por um telescópio espacial se confirmarem.  

Interessante a informação por diversos aspectos. Primeiro porque tanto a Nasa quanto a ciência começam a se dobrar diante da evidência de vida fora da Terra, possibilidade esta considerada praticamente nula há pouco tempo atrás. Na verdade, quando alguém dizia ter contato com seres de outro planeta sempre era considerado maluco ou esquizofrênico, para não colocarmos outros qualificativos, entre eles termos como “mentirosos” e por aí vai...

 

Vejam vocês que até na reunião anual da Associação de Astronomia dos Estados Unidos, cada uma das descobertas a respeito de "exoplanetas" - os localizados fora do Sistema Solar - aponta para a mesma conclusão: planetas onde a vida pode surgir provavelmente abundam, a despeito da violência do ambiente espacial, repleto de explosões, buracos negros e colisões.  Os grandes jornais brasileiros  pouco se importaram com a matéria da Agência Estado e simplesmente não publicaram ou se o fizeram, foi com pouco destaque.

 

Conforme o texto, o novo telescópio espacial Kepler, da Nasa, e diversas novas pesquisas do campo,  geraram um notável burburinho. Cientistas falam que hoje estão num "ponto incrivelmente especial da história", e perto de descobrir a resposta para a pergunta que incomoda a humanidade desde os primórdios da civilização. Incomoda para a grande maioria, para outros a resposta é óbvia. "A pergunta fundamental é: estamos sós? Pela primeira vez, há otimismo de que em algum ponto, dentro de nosso tempo de vida, vamos chegar à resposta para isso", disse Simon Worden, astrônomo e chefe do Centro de Pesquisa Espacial Ames, da Nasa. "Se eu fosse de apostar, e sou, apostaria que não estamos sós, que há um monte de vida". Até mesmo a Igreja Católica realizou conferências científicas sobre a possibilidade de vida extraterrestre, incluindo um simpósio em novembro passado.

 

 Na verdade, consideramos que há muita vida fora da Terra e que esta vida nem sempre  ocorre em planetas semelhantes ou gêmeos aos nossos. Há quem estude este assunto com muito critério, indo adiante de uma simples prova de vida em outro planeta. Há quem pesquise o que estas civilizações mais adiantadas e outras nem tanto desejam em relação á Terra e a outros planetas. Quem sabe eles estão aí para nos avisar que as mudanças climáticas não têm nada a ver com a ação do homem no meio ambiente, mas que são cíclicas e irreversíveis. Ou talvez para apontar que os humanos precisam promover sua reforma interna, mudando  sua maneira de pensar e de agir. Tudo é possível, não é verdade?